Amigos ajudam colega em todos os momentos

dezembro 1, 2009 at 12:21 am (Livros) (, , )

Por Priscilla Comoti

O livro ‘Descanse em Paz, Meu Amor’, do escritor brasileiro Pedro Bandeira, é muito pedido em escolas do ensino fundamental para incentivar a leitura nos jovens estudantes, por ser uma história que fascina a todos.

Mas não é somente com o intuito da leitura de qualidade que a obra é indicada como uma boa sugestão, mas pela história que só é revelada no último capítulo: a amizade verdadeira que vence todos os desafios, da vida e além.

O autor explorou um grupo de amigos, que se conhece há muito tempo e é muito unido, um não deixando o outro ficar mau. Em uma de suas viagens, os colegas resolvem ir para um lugar distante para praticar esportes radicais, que, promete ser muito divertida, mas acaba dentro de uma casa abandonada, sem luz e no meio de uma tempestade.

Logo que chegaram ao local de destino, algo aconteceu, e deixou a todos muito tristes, menos um…E para tentar ajudar a esse amigo, o Alexandre, que não entendia o que estava acontecendo, os outros amigos começam a contar histórias de terror, que conheciam de ter ouvido ao longo de suas vidas. Tudo isso, para fazer Alexandre acreditar no sobrenatural.

O livro é fascinante, sendo até difícil deixar de lado para ler o livro depois. A história te leva para um caminho que, a princípio, você nem chega a pensar, ficando surpreso no último capítulo.

Sinopse: Aquela turma de amigos não poderia imaginar que a viagem tão esperada acabaria em tragédia. E a situação piora quando nem todos aceitam o sobrenatural e a irreversibilidade da morte.

Autor: Pedro Bandeira

Editora: Ática

Categoria: Literatura Infanto-Juvenil

Fonte: Livraria Saraiva

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A busca pela literatura da vida real

novembro 24, 2009 at 8:39 pm (Livros) (, , , )

Por Verônica Gonçalves

Se você acredita que o jornalismo anda muito vazio, sem expressão, sem vida, cada vez fornecendo menos informação e cada vez mais ligado a interesses particulares, deve ler esse livro agora!

ElianeBrum é uma jornalista com alma! Nessa obra temos a reunião de dez matérias muito tocantes produzidas por ela. Os assuntos são os mais variados possíveis: a vida das parteiras na Amazônia, o dia-a-dia numa casa de repouso, o dia-a-dia na Brasilândia,  a história de um povo no Brasil que é desconhecido pelos próprios brasileiros, a vida das prostitutas em um garimpo… Muitos temas que tem em comum apresentar uma realidade que boa parte das pessoas prefere ignorar… Uma realidade de periferia.

Eliane é uma guerreira! Encara qualquer tipo de matéria e se entrega totalmente. Escreve com paixão porque mergulha em todo universo que está investigando. Sempre quer saber mais. Não se contenta com pouco. Quer entender tudo nos mínimos detalhes. Quando lemos suas matérias temos a sensação de estarmos presente nos lugares que ela descreve. É uma viagem fascinante.

Por isso, se você está querendo adquirir conhecimento e ter novas experiências, não deixe de ler este livro.

Sinopse: O livro conta com dez matérias produzidas pela jornalista Eliane Brum durante o tempo que escreveu para a revista Época. Os assuntos são variados, mas têm em comum o fato de retratarem um cotidiano diferente do habitual. É a realidade das periferias do Brasil.

Título: O Olho da rua

Editora: Globo

 Sobre a autora: Eliane Brum é uma das mais premiadas jornalistas brasileiras. Ganhou quase 40 prêmios de reportagem, entre eles os principais do país, como Esso e Vladimir Herzog. Ela tem mais duas publicações: ‘Coluna Prestes- O avesso da lenda’ e ‘A vida que ninguém vê’. Ela nasceu em 1966 e hoje ainda escreve para a revista Época.

Fontes: BRUM, Eliane. Olho da rua. São Paulo, Globo: 2008./Blog

 

 

 

 

 

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Alberto Caeiro conta como pensa e vive em poemas

novembro 17, 2009 at 9:19 pm (Livros) ()

Por Priscilla Comoti

Considerado o heterônimo mestre do poeta Fernando Pessoa, Alberto Caeiro é um ser criativo, objetivo e muito ligado à natureza. No livro ‘Poemas Completos de Alberto Caeiro’ é possível encontrar uma bela coletânea de poemas, divididos em três partes: O Guardador de Rebanhos, O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos. Em todas as divisões, Alberto faz uma declaração aberta ao seu jeito natural e a natureza, mostrando o lado simples da vida, com a simplicidade presente em toda a sua obra, desde nos recursos para escrever, utilizando versos em tom de parábolas, até a lembrança de um texto oral, feito para ser falado. Ele também sempre está em busca do que as coisas realmente são, usando muito o ver, sentir e seus sentidos.

Essa obra é indicada para todos que gostam de poemas, e principalmente da natureza, que é exaltada nos poemas de Alberto Caeiro. Esse livro, por exemplo, é tão reconhecido por grandes pensadores, que já foi obra obrigatória em listas de vestibulares, como na prova da Fuvest 2008/2009.

Confira abaixo a reprodução de um dos poemas desse livro:

Guardador de Rebanho

I

Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr de sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.

Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem dar por isso.

Como um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes,
Seriam alegres e contentes.
Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.

Não tenho ambições nem desejos.
Ser poeta não é ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho.

E se desejo às vezes,
Por imaginar, ser cordeirinho
(Ou ser o rebanho todo
Para andar espalhado por toda a encosta
A ser muita cousa feliz ao mesmo tempo),
É só porque sinto o que escrevo ao pôr do sol,
Ou quando uma nuvem passa a mão por cima da luz
E corre um silêncio pela erva fora.

Quando me sento a escrever versos
Ou, passeando pelos caminhos ou pelos atalhos,
Escrevo versos num papel que está no meu pensamento,
Sinto um cajado nas mãos
E vejo um recorte de mim
No cimo dum outeiro,
Olhando para o meu rebanho e vendo as minhas ideias
Ou olhando para as minhas ideias e vendo o meu rebanho,
E sorrindo vagamente como quem não compreende o que se diz
E quer fingir que compreende.

Saúdo todos os que me lerem,
Tirando-lhes o chapéu largo
Quando me vêem à minha porta
Mal a diligência levanta no cimo do outeiro.
Saúdo-os e desejo-lhes sol,
E chuva, quando a chuva é precisa,
E que as suas casas tenham
Ao pé de uma janela aberta
Uma cadeira predilecta
Onde se sentem, lendo os meus versos.
E ao lerem os meus versos pensem
Que sou qualquer cousa natural -
Por exemplo, a árvore antiga
Á sombra da qual quando crianças
Se sentavam com um baque, cansados de brincar,
E limpavam o suor da testa quente
Com a manga do bibe riscado.

Sinopse: Fernando Pessoa publicou em vida apenas dois livros: English Poems (1918) e Mensagem (1934), mas é considerado universalmente como o maior poeta moderno da língua portuguesa.Pessoa pertence à linguagem dos poetas-engenheiros ou poetas-geômetras; o poeta do verbo SER e de seus desdobramentos e desenvolvimentos, por alternativas de afirmação e negação.Os heterônimos de Pessoa são um extraordinário recurso estilístico, por meio do qual ele conseguiu escrever a maior parte de sua poesia.Nos Poemas Completos de Alberto Caeiro (1946), em versos simples e de um tom de parábolas, tudo se tece em torno da natureza contemplada.Alberto Caeiro é o heterônimo-”mestre” de todos os heterônimos de Fernando Pessoa. Seu processo criativo é espontâneo e de completa naturalidade. Seus poemas são sua própria biografia.

Autor: Fernando Pessoa

Editora: Martin Claret 

Fontes: Submarino / Algo Sobre Vestibular

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Em busca de um sonho

novembro 10, 2009 at 2:40 pm (Livros) (, , , )

Por Verônica Gonçalves 

 O livro da década de 1960 retrata uma geração desiludida pelas promessas da modernidade. Isso significa que todo aquele discurso de que nós fazemos o nosso destino e que basta querer para realizar nossos desejos está se desfazendo. Esse processo se intensificou no século XX por conta das guerras e com a destruição do meio ambiente. O casal principal do livro (Frank e April) acreditava que seria possível alcançar a felicidade plena, tanto no campo amoroso quanto no mercado de trabalho. Desde o início do namoro buscavam a concretização dos seus sonhos mais íntimos.

Entretanto, cada novo dia era uma decepção para os jovens. Eles não conseguiam levar a vida que tanto planejaram juntos. Ele tinha um emprego sem graça e mecânico. Além do tédio diário, ele se sentia emburrecer e por consequência estagnar. Ela era uma dona de casa desgostosa que não suportava mais os filhos. Sentia- se impotente diante do sistema capitalista (por assim dizer).

A questão central é a perda de controle da vida. Os dois estavam sujeitos a obrigações impostas socialmente, como casamento e a constituição de uma família. Eles se tornaram escravos de uma sociedade fútil e acomodada. Duas mentes desperdiçadas e vazias.

O livro provoca uma angústia crescente porque acompanhamos a perda do prazer de viver dos personagens. É impossível ler e não começar a refletir sobre a própria vida e é isso que provoca a contundência da obra.

Se você está disposto a confrontar seus valores e pensar a respeito da vida cotidiana, leia o livro e veja o filme de mesmo nome.

Sinopse:  Frank e April Wheeler são jovens que, ao se mudarem para uma casa confortável nos arredores de Nova York, acreditam ter uma vida cheia de oportunidades pela frente. Apesar de terem de conviver com vizinhos mesquinhos e desinteressantes, consideram-se acima de tudo isso. Mas, conforme os anos passam, seus desejos parecem cada dia mais distantes. Ele detesta o trabalho burocrático, mas não sabe o que fazer para escapar da rotina. Ela, que se tornou mãe de dois filhos antes do planejado, gasta os dias em pequenos afazeres domésticos. Agora, uma nova chance de mudar suas vidas os fará tomar um rumo inesperado.

Título: Foi apenas um sonho

Editora: ALFAGUARA BRASIL

Sobre o autor: Richard Yates nasceu em Yonkers (Nova Iorque) em 1926. Teve uma passagem pelo exército durante a Segunda Guerra Mundial e depois trabalhou com publicidade.  Por um breve período na década de 1960 foi redator dos discursos do senador Robert Kennedy. Escreveu sete romances e duas coletâneas de contos. ‘Foi apenas um sonho’ é seu livro mais importante foi indicado para o National Book Award em 1961.

Fontes:   Livraria Cultura/YATES, Richard. Foi apenas um sonho. Rio de Janeiro Alfaguara: 2009.

 

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Descubra os bastidores do filme ‘Crepúsculo’

novembro 3, 2009 at 11:31 am (Livros) ()

Por Priscilla Comoti

imagem twilight notebookA diretora Catherine Hardwick formou um tipo de diário de produção para mostrar aos milhares de fãs da ‘Saga Crepúsculo’ como foi construído o primeiro volume de filmes da série. O livro ‘Twilight – Director’s Notebook’ é recheado de desenhos e fotografias das locações e filmagens do filme ‘Crepúsculo’, baseado na obra de Stephenie Meyer, apresentando aos leitores e espectadores do longa o passo a passo para se construir um dos maiores sucessos dos últimos tempos entre os jovens. Sendo totalmente escrito em inglês, e ainda sem tradução para o português, o livro tem uma linguagem fácil e direta na voz da própria diretora, que apresenta como escolheu os atores, como foi feita a caracterização dos personagens, onde ela encontrou as belas locações do filme e muitas outras curiosidades.

Entre os fatos interessantes da obra, estão a parte em que um dos auxiliares de direção desvenda o que um diretora do filme traz dentro da mochila, abrindo a mala dela e fotografando tudo o que contém lá dentro, como o roteiro, a garrafa de água, as fotos, pastilhas, binóculos, e muitas outras coisas; e também há a parte em que a Catherine conta a primeira vez que visitou Forks, a cidade que em que a história se passa, mostrando os primeiros lugares que frequentou e o cardápio de um dos restaurantes em que comeu.

‘Twilight – Director’s Notebook’ é indicado para todos os fãs da ‘Saga Crepúsculo’ e também pode ser lida pelos curiosos pelos bastidores do cinema, já que tem uma grande riqueza de detalhes sobre como se montar um livro.

Sinopse: A história de como se faz um filme baseado em uma novela de Stephenie Meyer. Saiba os bastidores da história. Neste livro, os leitores vão encontrar como a visionária Catherine Hardwicke pensou o processo de criação que teve a missão de transformação o romance de tirar o fôlego de Stephenie Meyer em um filme de ouro. Projetado para replicar o próprio notebook pessoal da diretora, que sempre estava junto com ela, os leitores vão descobrir os segredos dentro do guarda-roupa, desenhos da história, cenas dos intervalos de filmagens, notas pessoais sobre as cenas favoritas de Catherine e muito mais.

Editora: Hachette – Usa

Autora: Catherine Hardwick é uma produtora e diretora de cinema estadunidense, mais conhecida por sua direção no filme independente Thirteen e no bíblico The Nativity Story, além de Twilight.

Fontes: Wikipédia / Livraria Saraiva

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Um jornalista em busca da verdade

outubro 28, 2009 at 12:39 pm (Livros) (, , , )

Por Verônica Gonçalves

Título: Rota 66: A história da polícia que mata

Quando um jornalista  se depara com algum absurdo cotidiano, é obrigação dele apurar e divulgar uma história. O problema é que a maioria não faz. Muitos preferem confiar em certas versões oficias que sempre estão defendendo os interesses de alguém. Definitivamente Caco Barcellos não é esse tipo de jornalista.

Nesse livro sua missão é investigar a polícia paulista para descobrir se toda a violência contra os bandidos é realmente legítima. Seu principal alvo são as Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), reconhecidas pelo alto número de mortes em serviço.

Com muita determinação, Caco comprava o jornal Notícias Populares e fazia um levantamento dos casos de tiroteio envolvendo a polícia para depois examiná-los com mais cautela no Instituto Médico Legal. Seu objetivo era entrar em contato com as famílias das vítimas e procurar testemunhas da ação policial. Um trabalho penoso e perigoso que ele fez com maestria.

Por ser um levantamento de dados, o livro se torna repetitivo em alguns pontos. Muitas informações são ditas da mesma forma em diversas páginas, possivelmente para dar ênfase a elas. Mesmo assim ficamos ligados nas histórias o tempo inteiro.

Além de um livro de reportagens, Rota 66 representa uma metodologia para fazer um jornalismo investigativo. Ele deve ser lido por todos que admiram um trabalho bem feito. Os jornalistas devem se mirar nesse exemplo para conduzir suas carreiras e aqueles que não são jornalistas devem buscar conduzir suas vidas profissionais com essa mesma dedicação e paixão.

Sinopse: Livro de jornalismo do tipo relato. Por meio de diversas histórias reais, Caco Barcellos passa duas décadas investigando a polícia para saber se a violência praticada por ela tem fundamento ou não.

Editora: Record.

Sobre o autor: Caco Barcellos é um famoso jornalista investigativo conhecido por sempre divulgar os dois lados de uma mesma história. Já trabalhou em revistas como a  Veja e a Istoé, além de veículos alternativos. Cobriu guerras, guerrilhas, catástrofes naturais… Atualmente tem um programa na Globo chamado Profissão Repórter.

Fonte: BARCELLOS, Caco. Rota 66: A história da polícia que mata. São Paulo, Record, 2003.

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Livro conta divertida história de mãe e filha!

outubro 22, 2009 at 12:02 pm (Livros) (, , , )

Por Priscilla Comoti

capafalaseriomaeO livro ‘Fala Sério, mãe!’, da escritora Thalita Rebouças, retrata de uma maneira divertida e animada a relação de mãe e filha, Angela Cristina e Maria de Lourdes, a Malu, desde a gestação até a adolescência da menina. Thalita é especialista em escrever de um jeito jovem e engraçado, tendo até uma coluna em uma revista adolescente, a Atrevida, sendo a última página da publicação dedicada a suas histórias sobre o cotidiano dos jovens, mostrando as diferentes situações que eles podem passar, como uma forma de se aprender com outras experiências.

Em ‘Fala Sério, mãe!’, Thalita soube como abordar o universo de uma mamãe de primeira viagem, Angela Cristina, que narra todas as experiências e pensamentos desde a sua gravidez até a filha Maria de Lourdes completar 12 anos, quando esta última assume a narração da história. Angela foi muito bem criada pela autora, apresentando para os filhos o jeito como os pais pensam a respeito de todas as fases da vida deles, além dos apuros em situações nunca antes vividas, por ser sua primeira filha, o convívio de Malu com os irmãos, ora de conflito ora de carinhos, a forma como administra uma casa, filhos e o trabalho, além de ter que se entender com uma filha de gênio forte. E do outro lado também, quando assume a visão de Malu, mostrando para os pais, os conceitos e ideias que ela tem, principalmente na fase de transição entre criança e adolescente.

Assim, a história é recomendada para filhos e pais, de todas as idades, ou simplesmente as pessoas que querem dar algumas risadas do cotidiano de uma família normal de classe média vivendo no Rio de Janeiro, que passa por tudo que é possível.

Sinopse: Mãe e filha. Que relação complicada, essa! Amor, carinho, compreensão e, claro, muitas, muitas brigas. Brigas importantes, brigas bobas, brigas engraçadas, brigas memoráveis. Só variam conforme a idade. Boletim, namorados, arrumação do quarto, legumes, viagens, festas, hora de chegar das festas… tudo é motivo para essas pelejas domésticas.

Para Angela Cristina, elas são apenas carinho e preocupação. Para Maria de Lourdes, são chateação materna mesmo. Na primeira metade do livro, os textos mostram o ponto de vista da mãe. Mas depois do primeiro beijo, aos 12 anos, é Maria de Lourdes (ou Malu, como ela prefere) quem assume a narrativa.

‘Fala sério, mãe!’ é uma coletânea de crônicas bem-humoradas do cotidiano dessas duas personagens, que pode ser lida aleatoriamente ou como um romance em pílulas, em ordem cronológica, da barriga aos 21 anos.

Editora: Rocco

Sobre a autora: Thalita Rebouças é carioca e tem 30 anos. Jornalista de formação, acabou optando por abandonar as redações a fim de se dedicar à literatura. ‘Fala sério, mãe!’ é seu quarto livro, segundo pela Rocco. O primeiro foi ‘Tudo por um pop star’.

Fonte: Site Oficial da Autora 

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Desvendando os segredos de um manuscrito

outubro 13, 2009 at 9:59 pm (Livros) (, , , , , )

 Por Tania Laterça cabalistalisboa3

Titulo: O último cabalista de Lisboa

O livro  narra passagens da história, alternados com ficção. É muito realista, descrevendo cenas muito chocantes. A atenção do leitor sempre é despertada para um próximo acontecimento. Uma descrição rica das vielas da cidade naquele tempo e o suspense se mantêm até o final, na busca da compreensão dos fatos. Uma ideologia de religiosidade de uma época anti-semítica.

Editora:  Companhia das Letras.

Autor:  Richard Zimler é de New York e nasceu em 1956. Radicou-se em Portugal, indo morar na cidade do Porto, onde dava aulas de jornalismo desde 1990.

Resumo: O último cabalista de Lisboa inicia com a narração de uma descoberta,em 1990,  durante uma reforma em uma antiga casa em Istambul. Foi encontrado um antigo manuscrito em hebraico,  datado de quatro séculos e narrando  terríveis acontecimentos em Lisboa por volta de 1506.

Nesse ano a cidade foi assolada pela seca  e pela peste. Muitos cristãos novos, que eram os judeus convertidos e batizados,  foram perseguidos e mortos  a mando do  Rei D. Manuel I.

Em um pequeno circulo de iniciados na Cabala, que secretamente copiavam,desenhavam e contrabandeavam importantes manuscritos hebraicos para fora de Lisboa, acontece um crime. O personagem principal, chamado de Baraquias Zarca, sobrinho do mestre assassinado, começa a investigar e descobre coisas muito interessantes  e perigosas.

 

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